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MARIA EU SEM TI...

POEMA: MARIA EU SEM TI...
     MARIA, esplendor dos breus das tocas, sol que não tem ocaso, ONDE ESTARIA EU SEM TI?  
     MARIA, Mãe do Salvador, senhora dos sinos plangentes, flor do jardim celestial, ONDE ESTARIA EU SEM TI?                        
  MARIA,  Rainha de todos nós, senhora do mundo, terna companheira de luta, auxílio dos pecadores, ONDE ESTARIA EU SEM TI?                 
    Estaria a vagar, perdidamente, pelas vias dos sem fins do mundo, sem rumo e sem alento, sem amor, no  tormento... Mas se eu encontrar o teu amor, não estarei sozinho, porque  sua divina chama de amor alojar-se-á dentro do meu coração, unindo-me ao teu querido Jesus.    
Tállison Ferreira da Silva (Soá Ferreira)

POETA ASSUENSE É HOMENAGEADO POR ESCOLA DE NATAL

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POETA ASSUENSE É HOMENAGEADO E RECEBE CONVIDADO SURPRESA EM APRESENTAÇÃO.
Tállison Ferreira da Silva nasceu em data de 04 de junho de 1989, na cidade de  Assu/RN. O autor, biógrafo, poeta e compositor, recebeu na noite de 19 de abril de 2018, homenagens de alunos e professores do Instituto Maria Auxiliadora de Natal. Ele foi escolhido como poeta local para ser reconhecido publicamente, diante do seu belíssimo trabalho com a arte e a poesia.  Na ocasião, Tállison teve a surpresa de ter no palco, o poeta e músico Carlos Zens.  O evento foi coordenado pelo Segmento dos Anos Iniciais, através da Coordenadora Priscila Saraiva e Adriane Costa.






Fotos: Ranieri Dantas

Kátia Silva

POETA ASSUENSE RECEBERÁ HOMENAGENS...

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POETA ASSUENSE SERÁ HOMENAGEADO EM RECITAL POÉTICO DO AUXILIADORA - NATAL/RN
DATA: 19/04/2018

(Foto do arquivo pessoal de Tállison Ferreira da Silva)
O poeta, escritor e professor de filosofia, especialista em História e Cultura Afro-brasileira e Indígena,  Tállison Soá Ferreira, será homenageado em Recital Poético do Instituto Maria Auxiliadora de Natal/RN. 
O Recital Poético é um evento realizado pela Escola, e que envolve Alunos e Professores. Cada Turma, dos respectivos Segmentos, escolhe um autor-poeta, para trabalho de pesquisa e apresentação cultural. O evento é gratuito  e aberto a comunidade. 
Soá Ferreira, é natural de Assu/RN.  O autor de mais de quatro Obras, incluindo POEMAS DI-VERSOS (2016), e publicações em Coletâneas da Câmara Brasileira de Jovens Escritores, CBJE/RJ, receberá homenagens de Alunos, Professores e Artistas locais, da cidade do Natal. 
A ideia de homenagear o poeta, partiu da professora de Língua Portuguesa e Literatura, Adriane Costa. Conforme a professo…

Música: Foguete

INTERPRETAR De uma interpretação: Foguete (Cantado por Maria Bethânia e interpretado por Soá Ferreira)

Disponível: https://www.facebook.com/soaferreira/videos/1606544926033741/

POEMA: VIOLETA SIM! VIOLÊNCIA NÃO!

VIOLETA SIM! VIOLÊNCIA NÃO!


Geme a paz, enquanto a violência domina.
Geme a Terra enquanto grita de dor a natureza esquartejada.
Geme a Síria, enquanto chora o inocente desesperado.
Geme o homem ou mulher, enquanto sorrir quem a explora.
Geme a criança, enquanto o tráfico humano rouba a dignidade e o direito de viver.
Geme a religião, enquanto a intolerância não dialoga.
Geme o índio, o negro, o gay, o pobre e o ateu, enquanto a discriminação vigora.
Geme o gordo, o magro, o feio ou bonito, enquanto o bullying esmaga o corpo e alma.
Geme o sonho de muitos, enquanto a arma mata.
E gemerá a humanidade, enquanto a violência nos torturar. Mas o gemer se calará quando a gente ousar plantar uma violeta de amor, no jardim do coração.
Autor: Tállison Ferreira da Silva (Soá Ferreira) (Inspirado na Guerra Civil da Síria - 2018) 





CAFÉ FILOSÓFICO MIRIM

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CAFÉ FILOSÓFICO MIRIM 2017, TRAZ A SEGUINTE REFLEXÃO: UM OLHAR PARA AS REDES SOCIAIS, SOB A PERSPECTIVA DO MITO DA CAVERNA DE PLATÃO.
Confira no link abaixo:
http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/bom-dia-rn/videos/t/edicoes/v/estudantes-discutem-a-internet-usando-platao-como-base-filosofica/6290187/




Tállison Ferreira da Silva

POEMAS DI-VERSOS

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POEMA LAGOA DO PIATÓ
Ao amanhecer da aurora, ti via resplandecer,
banhada pelo Rio Açu, de um vento frio à me aquecer. O canto dos passarinhos ouvia, era lindo o sabiá. Como podes tu, lagoa, na secura te afogar?


Eis a seca braba, câncer lento a te matar; toda é a nossa culpa,  queira nós o crime pagar. Ao sujar, te poluímos sem medida e cumprimento, e da chuva, privação, este é o merecimento.


Quem eras tu e quem tu és, minha lagoa? Do verde e de ramados carnaubais, te assinalava. Tu, que alimentaste tantos quantos pescadores, hoje deixa a mendigar a quem padece  em suas dores.


Mas do céu, fazei chover, Jesus Cristo e São João. Vede a dor deste teu povo, que não tem água e nem pão, pois o que era o seu sustento se tornou foi um tormento, brasa, poeira e carvão. (SILVA, p.43, 2016)
                                                                                                                      Por: SOÁ Ferreira